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	<title>Restaurantes Lisboa</title>
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	<description>Em busca do bom, bonito e barato!</description>
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		<title>Gemelli &#8211; S. Bento</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 12:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Italiano]]></category>
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		<description><![CDATA[As expectativas eram muito altas, um restaurante de autor com as melhores recomendações por tudo o que é Internet revistas e jornais:  «um dos melhores (senão o melhor) restaurantes italianos do país», «incontornável», «parabéns ao chef Augusto Gemelli», etc., etc. Infelizmente não podemos partilhar da mesma opinião&#8230;. foi uma grande desilusão. De seguida o relato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As expectativas eram muito altas, um restaurante de autor com as melhores recomendações por tudo o que é Internet revistas e jornais:  «um dos melhores (senão o melhor) restaurantes italianos do país», «incontornável», «parabéns ao chef Augusto Gemelli», etc., etc. Infelizmente não podemos partilhar da mesma opinião&#8230;. foi uma grande desilusão. De seguida o relato completo.</p>
<p>O restaurante fica na Rua Nova da Piedade, na esquina com a R. São Bento uns 50 metros acima do <a href="/2011/05/cafe-de-s-bento-s-bento/">Café de S. Bento</a> (aquela zona parece que não nos traz sorte). Sobe-se umas escadinhas para o 1º andar e deparamos com um espaço bonito. Nada a apontar, tem todas as comodidades e requintes de um restaurante topo de gama. O estacionamento na zona sem ser fácil também não é propriamente uma missão impossivel.</p>
<p>A proposta era simples, um menu de degustação composto por couvert, entrada, prato principal e sobremesa à escolha do chef.</p>
<p>E se o couvert era simplesmente pão da melhor qualidade em azeite e vinagre balsâmico, o que cai sempre bem, já a entrada era composta por uma salada com nozes e extra sal, que não acrescentava nada. Mas, o ponto mais baixo foi mesmo o risotto de cogumelos com molho de ostras&#8230; pela primeira vez na vida fomos obrigados a pedir que trocassem por outra coisa qualquer. E se à primeira tentativa não correu lá muito bem, à segunda foi pouco melhor. Novamente um risotto que não aqueceu nem arrefeceu, aliás tal era a desilusão que já não nos recordamos do que era&#8230;. um risotto do Lidl ou do Risogallo, daqueles de trazer por casa são bem melhores.</p>
<p>Nota também para o preço proibitivo da garrafeira, em que a salvação para uma carteira normal, é o vinho a copo, depois é tentar dosear o valioso néctar refeição dentro&#8230; de assinalar também o facto curioso de termos sido brindados pelo casal da mesa ao lado por uma das &#8220;maiores lavagens de roupa suja&#8221; a que já assistimos, no mínimo insólito.</p>
<p>Em conclusão, uma das maiores desilusões de sempre, com a refeição muitos furos abaixo do esperado.  Não há volta a dar, por melhor que seja o atendimento ou o design do espaço, não justifica de todo nem o preço, nem tão pouco uma nova visita.</p>
<p>Custo: 35 euros por pessoa minimo, depois depende do vinho que se escolhe<br />
Comida: uma grande desilução<br />
Atendimento:  imaculado</p>
<p>Mapa</p>
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		<title>Café do Rio &#8211; Rua da Alfândega</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 13:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hamburgueria]]></category>
		<category><![CDATA[arroz thai]]></category>
		<category><![CDATA[gourmet]]></category>
		<category><![CDATA[hamburguer]]></category>
		<category><![CDATA[millet]]></category>

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		<description><![CDATA[O Café do Rio, é uma hamburgueria gourmet que abriu à relativamente pouco tempo em Lisboa. O adjectivo &#8220;gourmet&#8221; é algo que nos últimos tempos nos leva a desconfiar, pela forma como é usado e abusado por estabelecimentos e produtos perfeitamente banais como uma mera artimanha de valorização sem qualquer correspondência à realidade.  Será este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Café do Rio, é uma hamburgueria gourmet que abriu à relativamente pouco tempo em Lisboa. O adjectivo &#8220;gourmet&#8221; é algo que nos últimos tempos nos leva a desconfiar, pela forma como é usado e abusado por estabelecimentos e produtos perfeitamente banais como uma mera artimanha de valorização sem qualquer correspondência à realidade.  Será este o caso e mais vale ir ao MacDonalds? Foi o que fomos descobrir&#8230;</p>
<p>Situado na rua da Alfândega, junto ao Campo das Cebolas, provavelmente onde outrora existiria mais uma antiga tasca à moda portuguesa, nota-se que o espaço foi remodelado com bom gosto e o resultado final é agradável, tons claros, lustres bonitos, uma parede rústica aproveitando a traça antiga. O senão? As mesas demasiado próximas umas das outras e a interferência dispensável no ambiente da televisão.</p>
<p>O menú é composto por uma enorme variedade de hambúrgueres, para todos os gostos e feitios desde o típico de carne de vaca com queijo até aos hambúrgueres de inspiração cultural, o hambúrguer japonês (com picante Wasabie e alga Wakame), indiano (com molho indiano Massala), mexicano, parisiense, nova-iorquino, etc&#8230; apresentando também várias opções vegetarianas e de peixe! Com tantas opções pode tornar-se complicado para os indecisos&#8230;</p>
<p>Escolhemos o hambúrguer Millet, uma opção vegetariana à base de trigo, e o hambúrguer  Mediterrânico, com carne de vaca biológica, queijo, cogumelos grelhados, rodelas de tomate e cebola. Para beber optámos pelo vinho tinto a copo (é com prazer que verificamos que há cada vez mais estabelecimento a aderirem a esta modalidade). Ambos os pratos têm boa apresentação, com o arroz thai a acompanhar os hambúrgueres, os molhos e condimentos a conjugarem muito bem. Ambos estavam muito bem conseguidos, e se opções não faltam, efectivamente qualidade também não. As porções são adequadas, por vezes o conceito Gourmet também está associado a quantidades reduzidas, mas não é o caso aqui no Café do Rio.</p>
<p>A referência habitual para o atendimento, competente e simpático (nada a assinalar) e para o preço justo, considerando a qualidade podemos considerar até económico os 14 euros por pessoa (pontualmente um pouco menos, em função das bebidas e sobremesas) de média.</p>
<p>Em conclusão, a resposta à pergunta, se mais vale ir ao MacDonalds? Nem pensar, semelhanças são meras coincidências&#8230;. Sem dúvida que é um dos melhores sitios para comer hambúrgueres em Lisboa. Recomendado.</p>
<p>Custo: 14 euros por pessoa (bom, bonito e com um preço muito razoável)<br />
Comida: boa qualidade e variedade impressionante de opções<br />
Atendimento:  competente e simpático</p>
<p>Mapa</p>
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		<title>Unique &#8211; Chiado</title>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 23:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autor]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[bochechas de porco]]></category>
		<category><![CDATA[camarão]]></category>
		<category><![CDATA[degustação]]></category>
		<category><![CDATA[João Simões]]></category>
		<category><![CDATA[tamboril]]></category>

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		<description><![CDATA[Desta vez fomos até ao Chiado, ao restaurante Unique, aberto à menos de um ano e da conhecida estilista Fátima Lopes. Normalmente famosos e restaurantes não casam lá muito bem, arrancam com pompa e circunstância com uma grande festa com direito a publicidade grátis nas revistas e programas cor de rosa e depois é sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desta vez fomos até ao Chiado, ao <a href="http://www.chiadounique.com/">restaurante Unique</a>, aberto à menos de um ano e da conhecida estilista Fátima Lopes. Normalmente famosos e restaurantes não casam lá muito bem, arrancam com pompa e circunstância com uma grande festa com direito a publicidade grátis nas revistas e programas cor de rosa e depois é sempre a descer até ao encerramento. No entanto neste caso existe substância&#8230;</p>
<p>A zona do Chiado como se sabe é de dificil acesso e estacionamento (e não vale a pena andar a inventar que a policia municipal faz um patrulhamento agressivo), por isso aconselhamos a ir com tempo e quem sabe desfrutar de um agradável passeio a pé para abrir o apetite.</p>
<p>O restaurante, que também funciona como bar até às 02h00, fica num prédio de estilo pombalino, muito bonito. Lá dentro um espaço bastante elegante. Áreas amplas em tons brancos, pretos e roxos, com uma iluminação suave a condizer com os ritmos suaves do chill-out que se fazem ouvir, tudo está pensado para agradar e fazer o cliente sentir-se bem. No rés-do-chão existe um bar lounge, onde se pode apreciar uma bebida ou uma refeição ligeira, e na mezzanine ao nivel do primeiro andar é a zona de restauração, zona para onde fomos prontamente encaminhados.</p>
<p>Da carta, avançámos para um menú de degustação de 6 pratos, e para acompanhar uma garrafa de &#8220;2 Quintas&#8221; reserva (um dos poucos vinhos comportáveis em termos de preço). Logo no couvert deu para perceber que seria uma boa refeição, vários tipo de pão (sementes, tomate, etc) com azeite e vinagre balsâmico. Extremamente simples, mas muito bom derivado da óptima qualidades dos produtos apresentados. Quer o prato de peixe, camarão com tamboril e arroz de tomate, quer o prato de carne, bochechas de porco (assadas durante horas), batata, castanha e bacon, intervalados com gelado de limão e hortelã para limpar o palato, estavam muitissimo bons. A própria sobremesa e salada de entrada também estavam impecáveis.  Simplesmente memorável.</p>
<p>Temos de dar os parabéns ao chef João Simões pelo belissimo jantar, e se até agora a nossa referência nestas (ainda curtas) andanças de cozinha de autor era o chef Vitor Sobral, a partir de agora temos também de incluir este jovem chef. Curiosamente num registo muito diferente, sabores mais fortes, mais apaladados, muitas ervas aromáticas, mais perto da cozinha tradicional à moda antiga, mas igualmente muito bom.</p>
<p>Como não há bela sem senão, o preço é bastante alto, cada menu de degustação fica na ordem dos 32 euros, o vinho (dos mais em conta) 25 euros, o café 2 euros, etc&#8230; se vale a pena? Para um jantar especial sem dúvida. Custa menos pagar por um jantar desta qualidade, do que por vezes pagar muito menos mas sermos &#8220;brindados&#8221; com uma <a href="/2011/01/oliva-parque-das-nacoes/">refeição que não vale nada</a>.</p>
<p>Custo: elevado, 50 euros por pessoa (é bom e bonito, mas não é barato)<br />
Comida: óptima, de primeira qualidade<br />
Atendimento:  impecável</p>
<p>Nota: o restaurante entretanto mudou de nome, agora é Faces (in Chiado), mas em tudo o resto é basicamente o mesmo.</p>
<p>Mapa</p>
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		<title>Café de S. Bento &#8211; S. Bento</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 23:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Petiscos]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[bife]]></category>
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		<description><![CDATA[A noite ia chuvosa e já era uma hora relativamente tardia, pelo que depois de tantos anos e depois de tantos sitios recomendarem o Café de São Bento para uma refeição tardia, decidimos dar lá um saltinho e experimentar. É preciso ir com uma certa atenção que de fora não é mais do que uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A noite ia chuvosa e já era uma hora relativamente tardia, pelo que depois de tantos anos e depois de tantos sitios recomendarem o <a href="http://www.cafesaobento.com/">Café de São Bento</a> para uma refeição tardia, decidimos dar lá um saltinho e experimentar. É preciso ir com uma certa atenção que de fora não é mais do que uma porta fechada com uma placazinha e uma janela com o menú, mas sem vista para o interior (e vice-versa). Para ver o que se passa é preciso tocar à campainha, e em menos nada surge o empregado trajado a rigor (género mordomo) que nos acolhe, indica a mesa, arruma os casacos e guarda-chuvas, faz uma vénia&#8230;. enfim o folclore todo.</p>
<p>Lá dentro, um ambiente género pub inglês, em tons de vermelho, faia e dourado, alcatifas, sem vislumbre da rua, a tentar aparentar um certo peso de história que não tem, assim a puxar para os antigos clubes exclusivos de uma certa burguesia de antigamente. Numa palavra: kitsch.</p>
<p>O menú vive sobretudo dos bifes, aliás que é o que dá a fama à casa, pois em tudo o que é guia ou publicação de restaurantes vem sempre qualquer coisa do género: &#8220;coma um bife tarde e a más horas no Café de S. Bento&#8221;. Nos bifes há varias escolhas, desde o bife à casa (bife Café de S. Bento), o bife com pimenta passando pelo bife à portuguesa entre outros. Optámos obviamente pela especialidade da casa, nas modalidade de pimenta e à portuguesa. Para empurrar cerveja e vinho a copo, que a carta de vinhos é proibitiva. Ambos os bifes estavam muito bons, a carne de primeira qualidade e confecção competente, embora  no bife à portuguesa faltavam claramente os pickles, e em geral podiam ser um pouco mais assados e menos cozidos, faltava aquela camada superior um pouco mais assada, estaladiça e deliciosa. Para acompanhar a típica batata frita e esparregado, na mesma linha dos bifes, acima de qualquer suspeita mas sem rasgo. Se é o melhor bfe de Lisboa? Provavelmente não, mas é bastante bom.</p>
<p>No final, a conta que neste restaurante/pub é realmente dolorosa, pois dois bifes (na ordem dos 25 euros), acompanhamentos e cerveja e vinho a copo, fica na ordem dos 70 euros, que é um valor claramente exagerado em termos de custo beneficio. Claramente que tem um público próprio, composto sobretudo por turistas e uma população endinheirada em que o valor final não é grande preocupação, no entanto para nós que nos enquadramos na classe média o Café de S. Bento é claramente uma aposta desajustada em termos de custo.</p>
<p>No final, verifica-se na conta e no cartão da casa que o Café de S. Bento é propriedade da Estoril Sol, a grande empresa de casinos, e realmente nota-se no próprio ambiente kitsch e no serviço.  Curiosamente também o facto de surgir no TripAdvisor (um famoso site para viagens) como o 2º melhor restaurante de Lisboa, que claramente não é, e que nos leva a questionar da fiabilidade do mesmo, visto que existem em Lisboa muitas outras propostas mais apeteciveis, com mais qualidade e mais equilibradas  em termos de custo.</p>
<p>Em conclusão, é sempre simpático existir um &#8220;restaurante&#8221; &#8211; é mais um pub -  onde se pode comer uns bons bifes (e alguns petiscos) até às 03h, é mais uma opção (das poucas existentes) para quem quiser jantar mais tarde. No entanto é necessáro ponderar bem, visto que o custo bastante elevado torna estas refeições fora de horas demasiado caras na nossa opinião.</p>
<p>Custo: demasiado elevado, minimo a rondar os 35 euros por pessoa<br />
Comida: bifes de primeira qualidade<br />
Atendimento:  competente, pontualmente demasiado formal</p>
<p>Mapa</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Jardim do Marisco &#8211; Jardim do Tabaco</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 18:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marisqueira]]></category>
		<category><![CDATA[camarão]]></category>
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		<description><![CDATA[O mundo dos descontos não se resume apenas ao Groupon, também existe o Lets Bonus, e foi com um papel (perdão&#8230;cupão) na mão deste site que chegámos a este restaurante. No valor de 35 euros podiamos consumir 70 euros do menú. O Jardim do Marisco, fica situado na Doca do Jardim do Tabaco, junto a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo dos descontos não se resume apenas ao Groupon, também existe o Lets Bonus, e foi com um papel (perdão&#8230;cupão) na mão deste site que chegámos a este restaurante. No valor de 35 euros podiamos consumir 70 euros do menú.</p>
<p>O <a href="http://www.jardimdomarisco.pt">Jardim do Marisco</a>, fica situado na Doca do Jardim do Tabaco, junto a Santa Apolónia do lado do rio. O estacionamento é fácil pois a Doca tem parque próprio. Trata-se obviamente de um restaurante de mariscos, mas pelo menos à noite tem tudo menos o típico ambiente de marisqueira. É muito mais calmo, sem televisão, mas muito escuro (demasiadamente escuro na nossa opinião), praticamente sem luzes, a iluminação é assegurada apenas por umas colunas a gás que cumprem mal a função de iluminação, além disso tambem não cumpriam no aquecimento da ampla sala de mármore, pois estava frio. Provavelmente o objectivo será criar um ambiente intimista e romântico, no entanto não resulta&#8230;.imagine-se encasacado por causa do frio, com dificuldade em ver a sua companhia e com o martelo do marisco não mão&#8230; pois&#8230;. é tudo menos um cenário romântico.</p>
<p>Na mesa, para petiscar avançámos para as Ameijoas à Bolhão Pato, estavam boas mas mal servidas, uma Sapateira que se destacava claramente pela positiva, Camarão de Espinho (aquele tipo mini-camarão), e Percebes.  Como fomos com o intuito de comer marisco, continuámos no mesmo registo e a escolha foi fácil, o Pratão de Mariscos, trata-se basicamente uma selecção de mariscos com um pouco de tudo, desde Ostras, Percebes, Lagosta, Camarão,  Sapateira, Caranguejo, etc&#8230; e na verdade se em termos de quantidade facilmente consideramos adequada, já na qualidade alguns dos mariscos não se apresentavam tão frescos como o desejado. Obviamente que tudo isto foi muito bem acompanhado pelo vinho branco fresquinho (BSE), pão, tostas e manteiga. No final para &#8220;sobremesa&#8221; uma Salada de Polvo Vinagrete, absolutamente mediana e os Mexilhões à Espanhola que estavam realmente bons e se destacaram pela positiva.</p>
<p>Nota também positiva para o atendimento, eficiente e simpático e além disso  &#8220;aturaram-nos&#8221; até bastante tarde e não fomos pressionados para sair. Menção negativa para o preço, que teria subido para valores muito altos não fosse o desconto utilizado. Obviamente que estamos a levar em conta que uma mariscada não é propriamente uma refeição barata, mas comparando com outras opções dentro do género os preços podiam ser menos pesados para a carteira.</p>
<p>Resumindo, não saimos mal, mas também não saimos especialmente bem impressionados, particularmente em termos da relação custo/qualidade. Poderá eventualmente ser uma opção válida durante o Verão para usufruir da esplanada à beira-rio.</p>
<p>Custo: acima da média dentro do género, vai disparando conforme se vai consumindo marisco<br />
Comida: algum marisco não estava especialmente fresco<br />
Atendimento:  eficiente e simpático qb</p>
<p>Mapa</p>
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		<title>Marrokos &#8211; Parque das Nações</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2011 13:49:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marroquino]]></category>
		<category><![CDATA[cuscuz]]></category>
		<category><![CDATA[pastilla]]></category>
		<category><![CDATA[tagine]]></category>
		<category><![CDATA[tagine de frango com limão]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrámos no café Marrokos pelas 18h, para ler o jornal de Sábado e beber um chá de menta&#8230;. fomos ficando, ficando e quando demos por nós já passava da meia noite quando saimos de lá. O Marrokos é um café/restaurante obviamente marroquino situado na zona Norte do Parque das Nações, numa zona perfeitamente descaracterizada no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrámos no café Marrokos pelas 18h, para ler o jornal de Sábado e beber um chá de menta&#8230;. fomos ficando, ficando e quando demos por nós já passava da meia noite quando saimos de lá. O Marrokos é um café/restaurante obviamente marroquino situado na zona Norte do Parque das Nações, numa zona perfeitamente descaracterizada no meio da selva de betão, com vista para o estacionamento e para os blocos em frente, mas ainda se consegue vislumbrar a torre Vasco da Gama.  O espaço está carregado das típicas referências marroquinas, desde os candeeiros, aos bules e copos, aos bancos, às shishas (que se podem fumar também no local) no entanto o resultado final não é verdadeiramente bem conseguido (excepto o WC que está verdadeiramente espectacular), a televisão a dar a Sport TV também não ajuda nada, e para além disso estava frio (literalmente), o que nunca ajuda a conseguir um espaço verdadeiramente acolhedor.</p>
<p>Aos chás, muito bons, verdadeiramente marroquinos, seguiu-se o crepe de chocolate com gelado, também muito bom. Depois uma pausa, para ler o jornal. Foi então que decidimos então ficar por lá, e revelou-se uma óptima escolha. A cozinha marroquina tem mesmo cozinheiras(os) marroquinos e sem dúvida que desde Marrocos foi a melhor e mais verdadeira refeição marroquina. Para entrada, as beringelas à marroquina, muito boas. Depois, a típica Tagine de frango com limão, acompanha com cuscuz (a única semelhança com o <a href="/2011/01/oliva-parque-das-nacoes/">cuscuz do Oliva</a> é apenas nome), muito bom e bem servido com o tempero de limão e especiarias mesmo no ponto. O outro prato, foi para nós uma inovação, a Pastilla (portanto, em português a Pastilha), trata-se de massa folhada recheada com frango e legumes polvilhada com canela. Se a Tagine estava muito boa, a Pastilla estava ainda melhor, aconselhamos realmente.</p>
<p>Durante o jantar ainda fomos brindados com várias sessões de danças orientais, provavelmente será um &#8220;bónus&#8221; de fim de semana, mas que valoriza o restaurante e ajuda a recriar (ou relembrar) o ambiente oriental. Depois do jantar fomos ficando a usufruir do espectaculo e a degustar mais uns copos de vinho e mais umas imperiais&#8230;</p>
<p>Em conclusão, a localização e o espaço são banais, o atendimento trapalhão. A comida é realmente boa, e por si só vale a pena, mas além disso tem a vantagem de depois das 23h se transformar em café/bar, portanto pode-se ficar calmamente a usufruir da experiência oriental (com direito a espectaculo ao fim de semana) e relaxar ao som dos ritmos marroquinos.</p>
<p>Custo: valor correcto, na ordem dos 15 euros por pessoa<br />
Comida: muito bom, sem dúvida a melhor comida marroquina desde a viagem a Marrocos<br />
Atendimento:  lento e trapalhão, ou eficiente (conforme a empregada/empregado).</p>
<p>Mapa</p>
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		<title>Esplanada do Príncipe Real &#8211; P. Real</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 00:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Italiano]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[bife]]></category>
		<category><![CDATA[bife à portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[cocktails]]></category>
		<category><![CDATA[risotto]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazia um frio de rachar, mas fomos corajosos e fomos a uma esplanada. Se existe algo que apreciamos em Lisboa são as suas esplanadas, que dão um colorido muito caracteristico. Se S. Francisco tem os eléctricos e colinas, e a Madeira tem bananas, Veneza canais, e por ai fora&#8230;. Lisboa tem as suas esplanadas. Fomos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazia um frio de rachar, mas fomos corajosos e fomos a uma esplanada. Se existe algo que apreciamos em Lisboa são as suas esplanadas, que dão um colorido muito caracteristico. Se S. Francisco tem os eléctricos e colinas, e a Madeira tem bananas, Veneza canais, e por ai fora&#8230;. Lisboa tem as suas esplanadas. Fomos até ao jardim do Príncipe Real, recentemente recuperado, jantar na <a href="http://www.esplanadadoprincipereal.com/">esplanada do Príncipe Real</a> com um desconto adquirido no Groupon (um óptimo antidoto anti-crise).</p>
<p>Como já se sabe o estacionamento naquela zona é complicado, e das duas uma, ou se chega com tempo para procurar um lugar &#8220;ofícial&#8221; ou então arrisca-se um lugar mais &#8220;imaginativo&#8221;, não convém ser imaginativo demais porque existe um patrulhamento agressivo contra o estacionamento abusivo&#8230;</p>
<p>A esplanada, pelo menos agora de Inverno, é fechada e com os aquecedores estava-se muito melhor lá dentro do que na rua. O espaço está bem conseguido, acolhedor, à meia luz (com uns candeeiros da moda) e a cereja em cima do bolo é a música jazz ao vivo. O menú vive dos pratos italianos, massas e risottos, bifes e hamburguers, e do peixe grelhado do dia (será que têm sardinhas no Verão?).</p>
<p>O vale do Groupon incluia o couvert, prato principal (excepto o peixe do dia), e dois cocktails. Assim, enquanto usufruiamos do couvert, que consistia em pão, azeitonas e patés, pedimos vinho tinto da casa para empurrar (não inluído no vale mas também não fazia sentido estragar um bom momento a beber água). Os pratos principais que escolhemos foram o Bife à portuguesa e Risotto de tomate seco e manjericão.</p>
<p>A comida estava bastante razoável, o bife não era propriamente à portuguesa, visto que não tinha pitada de pickles,  mas excluindo esse facto, estava bom e com um molho apaladado, pena as batatas fritas congeladas. O Risotto infelizmente estava um pouco cozido demais, com queijo a mais e tomate e manjericão a menos, mas a milhas do último (pseudo) Risotto do Oliva&#8230; de salientar também que as porções são adequadas/generosas, que nos deixa sempre mais satisfeitos.</p>
<p>A partir das 23h o ambiente transforma-se de um espaço intimista e acolhedor para um descontraido bar, sendo inclusive possivel fumar, ideal para usufruir dos cocktails que tinhamos direito. Optámos por um Mojito e Passion Mojito e ficámos até mais tarde a aproveitar da música e a relaxar merecidamente depois de uma semana de trabalho.</p>
<p>E foi assim via Groupon, que descobrimos mais um agradável restaurante, bem localizado numa zona típica da cidade. Deverá ser mais interessante a partir da Primavera e no Verão, quando se pode desfrutar a 100% da esplanada e do jardim impecavelmente recuperado.</p>
<p>Custo: 10 euros por pessoa (Groupon + vinho + café), sem o vale Groupon apontamos para os 15 euros de média<br />
Comida: bastante razoável<br />
Atendimento:  simpático, de assinalar que substituiram o vinho da casa que estava esgotado por outro superior mantendo o preço</p>
<p>Mapa</p>
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		<title>Oliva &#8211; Parque das Nações</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 22:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Italiano]]></category>
		<category><![CDATA[Mediterrânico]]></category>
		<category><![CDATA[bruschetta]]></category>
		<category><![CDATA[cuscuz]]></category>
		<category><![CDATA[gressinos]]></category>
		<category><![CDATA[pizza]]></category>
		<category><![CDATA[risotto]]></category>
		<category><![CDATA[sangria]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem foi noite de jantar de aniversário de uns amigos e a escolha para a comemoração foi o restaurante Oliva no Parque das Nações. O restaurante Oliva faz parte de uma cadeia explorada pela Jerónimo Martins (sim, o grupo empresarial do Pingo Doce/Feira Nova), é um conceito de inspiração mediterrânica, que além dos típicos pratos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem foi noite de jantar de aniversário de uns amigos e a escolha para a comemoração foi o restaurante <a href="http://www.restauranteoliva.com.pt/">Oliva no Parque das Nações</a>. O restaurante Oliva faz parte de uma cadeia explorada pela Jerónimo Martins (sim, o grupo empresarial do Pingo Doce/Feira Nova), é um conceito de inspiração mediterrânica, que além dos típicos pratos italianos tem também cuscuz (infelizmente o menu não avança para além disso).</p>
<p>Fica localizado na Av. dos Oceanos (a dos vulcões de água), no lote 1.06.1.3, como o sistema de numeração da zona é diferente do utilizado no resto no mundo fica a indicação que é mesmo a seguir ao Pav. Atlântico no sentido Lisboa-Sacavém. O Oliva, aliás como a própria zona em que está integrado, é agradável e desafogado, com uma decoração em tons claros e verdes género cantina. Aparentemente durante o dia funciona com tabuleiros no sistema cantina e à noite tem um serviço mais elaborado. Junto à entrada tem um bar que permite usufruir de uma bebida ou um cocktail mais elaborado enquanto se espera que o resto do grupo chegue.</p>
<p>Já com toda a gente agrupada e sentada, na mesa os típicos gressinos, e um pão de alho sem sabor.  Escolhemos Risotto Rosso e Cuscuz Oliva, para entrada Bruschettas e para empurrar a sangria. Passado um pouco lá chegaram as Bruschettas, e dentro da mesma linha do pão de alho, muito fraco, não vamos dizer que foi a pior Bruschetta que comemos na vida porque simplesmente não era uma Bruschetta,  o pão (mini cacete de supermercado) já de si desadequado, então cortado ao meio é tudo menos uma fatia onde assentam os ingredientes, azeite e manjericão nem cheirar, queijo derretido!? enfim, o resultado final é sem sabor e não tem nada a ver com Bruschetta&#8230;. avançando para os pratos principais,a tendência foi a mesma, muito fraco (pelo menos segue uma linha coerente). O Risotto mais não era que um arroz de tomate empapado com miolo de camarão congelado, faz parecer o Risotto do Lidl um manjar dos deuses&#8230; o cuscuz extremamente seco, não fosse o ananás assado e o caril, seria praticamente intragável porque o pouco frango não tinha molho nenhum. Vimos também pizzas industriais congeladas a serem servidas queimadas, e outros atentados à deliciosa e saudável cozinha mediterrânica. Salvou-se a sangria e as caipirinhas bastante aceitáveis.</p>
<p>Relativamente ao atendimento, apenas temos de referir uma falha no serviço (que de resto foi impecável), um desfasamento muito grande na entrega, visto que já tinha acabado o Risotto quando finalmente chegou o Cuscuz&#8230; já o preço ficou em 15 euros por pessoa, que hoje em dia em termos absolutos é um valor muito razoável, mas que em termos de custo benefício, considerando a fraca qualidade geral não é assim tão apelativo.</p>
<p>Em conclusão, valeu sobretudo pelo convivio com os amigos e pelas bebidas. O grupo Jerónimo Martins demonstra que nesta aventura na restauração ainda tem um longo caminho a percorrer e necessita de melhorar urgentemente a qualidade do produto.  Por enquanto, ali na zona do Parque das Nações este é um espaço a evitar visto existerem outras alternativas muito superiores dentro do mesmo tipo de gastronomia.</p>
<p>Custo: 15 euros por pessoa (com sangria)<br />
Comida: mau demais<br />
Atendimento:  simpático e eficiente excepto na entrega desfazada dos pratos</p>
<p>Mapa</p>
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		<title>La Paparrucha &#8211; Príncipe Real</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 22:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentino]]></category>
		<category><![CDATA[empanadilhas]]></category>
		<category><![CDATA[parillada argentina]]></category>

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		<description><![CDATA[Um passeio natalício levou-nos desde o Cais do Sodré ao Príncipe Real com a obrigatória passagem pelo Chiado. As iluminações e as compras de Natal abriram o apetite&#8230; numa noite em que muitos restaurantes estavam lotados, encontrámos um porto de abrigo para restaurar forças no La Paparrucha &#8211; Parilla Argentina, que é como quem diz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um passeio natalício levou-nos desde o Cais do Sodré ao Príncipe Real com a obrigatória passagem pelo Chiado. As iluminações e as compras de Natal abriram o apetite&#8230; numa noite em que muitos restaurantes estavam lotados, encontrámos um porto de abrigo para restaurar forças no <a href="http://www.lapaparrucha.com/site/default.aspx">La Paparrucha</a> &#8211; Parilla Argentina, que é como quem diz uma churrasqueira Argentina.</p>
<p>O restaurante dispõe de uma zona de bar à entrada, passa-se pela zona do grelhador e chega-se a uma de várias salas de refeição (de fora engana e não se tem logo a noção da dimensão do restaurante). O espaço está cuidado e proporciona um ambiente agradável e com algum requinte. Sem dúvida uma mais valia, proporciona uma bonita vista sobre a cidade de Lisboa.</p>
<p>Na refeição, temos desde logo de referir o <em>couvert</em> pela qualidade especialmente umas empanadilhas de carne e queijo muito boas. Como o forte da gastronomia argentina são os pratos de carne e o restaurante é especializado em grelhados de carne, escolhemos a típica Parillada Argentina, que consiste num grelhado de vários tipos de carne de vaca. Os acompanhamentos são escolhidos (e pagos) à parte, e optámos pelos espinafres e batata frita. Para empurrar, cervejas que os preços do vinho são relativamente proibitivos. A carne estava excelente, e pouco mais há a dizer. Verdadeiramente de qualidade, suculenta e no ponto. Tudo o resto é folclore.</p>
<p>A referência habitual para o atendimento,  simpático e sobretudo eficiente, e também para o preço, que é elevado. No entanto claramente aconselhamos o restaurante aos apreciadores de grelhados de carne, visto que seguramente irão ter uma refeição agradável como nós tivemos.</p>
<p>Depois, foi caminhar calmamente de volta até ao Cais do Sodré.</p>
<p>Custo: 30 euros por pessoa (sem vinho), faz juz ao posicionamento elevado do restaurante<br />
Comida: carne excepcional<br />
Atendimento:  eficiente e simpático qb</p>
<p>Mapa</p>
<div class="gm-map"><iframe name="gm-map-9" src="http://www.restauranteslx.com/?geo_mashup_content=render-map&amp;map_data_key=9032d07b20243fd6247ec0fd36b38158" height="200" width="300" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" frameborder="0"></iframe></div>
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		<item>
		<title>À Parte &#8211; Av. Defensores de Chaves</title>
		<link>http://www.restauranteslx.com/2010/12/a-parte-av-defensores-de-chaves/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 00:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Italiano]]></category>
		<category><![CDATA[picanha]]></category>
		<category><![CDATA[risotto]]></category>
		<category><![CDATA[risotto de perdiz]]></category>
		<category><![CDATA[salada de lulas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma recomendação que recebemos através do formulário, alguns amigos também confirmaram que &#8220;sim senhor, merece uma visita&#8221;, então nesta procura pelos melhores restaurante ao melhor preço marcámos uma mesa para o restaurante À Parte. Chegados ao restaurante, o caos, um amontoado de pessoas à espera de mesa (pelo que se percebeu na sua maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma recomendação que <a href="/sugerir-restaurante/">recebemos através do formulário</a>, alguns amigos também confirmaram que &#8220;sim senhor, merece uma visita&#8221;, então nesta procura pelos melhores restaurante ao melhor preço marcámos uma mesa para o restaurante <a href="http://www.a-parte.com/">À Parte</a>. Chegados ao restaurante, o caos, um amontoado de pessoas à espera de mesa (pelo que se percebeu na sua maioria com mesa marcada), estando as pessoas à espera praticamente em cima das pessoas que jantavam&#8230; meia hora depois propuseram-nos uma mesa exactamente junto à entrada, portanto na zona onde ainda permaneciam pessoas amontoadas à espera e junto também à movimentada copa&#8230; lá surgiu a alternativa, na esplanada &#8220;onde vocês podem fumar&#8221;. Portanto, chegámos às 22h30 e fomos sentádos às 23h numa esplanada em que um aquecedor fracote era insuficiente para manter uma temperatura minimamente agradável numa noite muito gelada&#8230; ainda por cima as cadeiras e mesa de jardim em ferro, bonitas mas muito desconfortáveis <img src='http://www.restauranteslx.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Antes de avançar, gostariamos de lamentar esta política de <em>overbooking</em> que é muito desgradável para os clientes ainda mais quando o restaurante nem sequer tem uma zona de espera onde se possa beber calmamente um aperitivo enquanto se espera. A rever urgentemente.</p>
<p>Desde a entrada à esplanada atravessa-se todo o restaurante que é constituido por uma série de salas e corredores (provavelmente uma casa convertida) decoradas com muito bom gosto e criando ambientes diferentes. Bonito e original.</p>
<p>A refeição propriamente dita, na mesa o normal pão, azeitonas e manteiga. Escolhemos para entrada uma Salada com lulas, e os pratos principais foram Picanha e Risotto de perdiz. A salada estava acima da média, bem apaladada e com as tiras de lulas em quantidade adequada. A Picanha estava mediocre, a carne tipo sola de sapato e morna em vez de quente, faltavam vários ingredientes (banana frita, caldo verde, etc), para um restaurante que o proprietário é de origem brasileira exigia-se muito mais. Já o Risotto de Perdiz foi uma muito agradável surpresa, muito bom o Risotto, como a entrada muito bem apaladado, muito saboroso mesmo, e em quantidade razoável.</p>
<p>Em conclusão, estamos muito divididos relativamente a este restaurante. Claramente é um restaurante da moda, com muitos clientes que vão lá sobretudo por ser da moda ir lá e que provavelmente não se importam de esperar meia hora depois da hora reservada. Sem dúvida que o restaurante é muito bonito, mas  a experiência de comer com casacos na esplanada, também não foi muito positiva.  A refeição também oscilou entre o muito bom e o mediocre.</p>
<p>Portanto, não podemos dizer que é um restaurante muito bom, nem que é mau, no entanto também não podemos dizer que é médio porque não teve nada da mediano (foi ou bom ou mau).</p>
<p>Custo: 25 euros por pessoa<br />
Comida: entre o céu e o inferno<br />
Atendimento:  30 minutos à espera com reserva&#8230;.depois normal e eficiente</p>
<p>Mapa</p>
<div class="gm-map"><iframe name="gm-map-10" src="http://www.restauranteslx.com/?geo_mashup_content=render-map&amp;map_data_key=18006cbef5761d65f24557f4740f2afc" height="200" width="300" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" frameborder="0"></iframe></div>
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		<title>Food &amp; Bubbles &#8211; Carnide</title>
		<link>http://www.restauranteslx.com/2010/11/food-bubbles-carnide/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 00:13:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[ananás assado com canela]]></category>
		<category><![CDATA[caril de peixe e camarão]]></category>
		<category><![CDATA[cogumelos recheados]]></category>
		<category><![CDATA[queijo de cabra com mel]]></category>

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		<description><![CDATA[Deparámos com o Food &#38; Bubbles no Groupon &#8211; um site de descontos em grupo &#8211; que propunha por 22 euros uma refeição com entradas, prato de carne e peixe, vinho branco e tinto, sobremesa e café para dois. Ora, nos dias que ceorrem pelo menos em Lisboa, tudo isto por apenas 22 euros para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deparámos com o <a href="http://www.facebook.com/foodbubbles">Food &amp; Bubbles</a> no <a href="http://news.groupon.pt/c/r?ACTION=ri&amp;EMID=08G037D1U4200GOLLCV&amp;UID=G4LBL6NNZF7EXDNYYJQQ">Groupon</a> &#8211; um site de descontos em grupo &#8211; que propunha por 22 euros uma refeição com entradas, prato de carne e peixe, vinho branco e tinto, sobremesa e café para dois. Ora, nos dias que ceorrem pelo menos em Lisboa, tudo isto por apenas 22 euros para 2 é um achado. Decidimos arriscar, e em boa hora o fizemos&#8230;</p>
<p>Com o voucher na mão (que não é mais do que um papelucho)  lá telefonámos a marcar, e um pouco a medo referimos que era para o menú do voucher Groupon. No dia e hora combinado arrancámos para a zona do Colombo, em busca do Food &amp; Bubbles com o papelucho (perdão&#8230; o voucher) na mão. O restaurante fica a uns 500 metros do centro comercial, na zona da Quinta da Luz, mas suficientemente longe para o estacionamento ser fácil.</p>
<p>Chegámos, entregámos o voucher e fomos devidamente sentados, &#8220;Será um barrete?&#8221; comentava-se&#8230;. entretanto chega à mesa o pão, as azeitonas e paté de queijo fresco, &#8220;Bom, até aqui tudo normal&#8221; e começaram a dissipar-se as dúvidas relativamente a esta forma pouco normal de adquirir uma refeição. O restaurante está bonito, embora na  nossa opinião a televisão é perfeitamente dispensável, fica um pouco &#8220;acafézado&#8221;. Mas sem dúvida,  que no geral é um espaço desafogado e agradável, pena a localização no meio de prédios tipo subúrbio.</p>
<p>Um queijo de cabra com mel, e um cogumelo portobelo desproporcional recheado com chourico (x2) foram as entradas servidas, ambas muito boas, embora o cogumelo estivesse um pouco forte demais o que &#8220;obrigava&#8221; a saborear com calma. Também conforme o voucher, foram servidos 2 pratos principais, um de peixe e outro de carne (x2). Primeiro veio o prato de peixe, caril de peixe e camarão e arroz, um sabor claramente com inspiração crioula, muito saboroso e muito bom. O prato de carne que consistia em carne de porco com alho e pimentos com batata frita a acompanhar, também estava bom mas não ao mesmo nível do prato de peixe (que estava verdadeiramente saboroso). Para acompanhar, vinho tinto da casa (boa relação preço/qualidade) e ainda o vinho a copo que estava incluído no voucher.</p>
<p>Depois de pão/azeitonas, duas entradas e de dois pratos principais, uma pessoa já começa a ficar um pouco cheia (na realidade é mais prestes a rebentar&#8230;), mas ainda houve espaço para o ananás assado com canela e os cafés. Uma refeição muito boa, quer em quantidade quer em qualidade e com uma relação preço/qualidade imbatível. Obviamente que temos de considerar (pelo menos pela publicidade do Groupon) o desconto de 55%  face ao preço de tabela, no entanto pedimos a ementa e aparentemente os preços são bastante razoáveis. A partir de agora seguramente iremos ficar atentos às propostas do <a href="http://news.groupon.pt/c/r?ACTION=ri&amp;EMID=08G037D1U4200GOLLCV&amp;UID=G4LBL6NNZF7EXDNYYJQQ">Groupon</a>.</p>
<p>Em conclusão, é sem dúvida um restaurante muito simpático, infelizmente localizado numa zona que não nos diz muito. O atendimento é também simpático e eficiente. Será uma boa aposta para quem pretender jantar bem, a um preço razoável, e não se importar de ficar um pouco longe dos centros de animação da cidade.</p>
<p>Custo: 14 euros por pessoa (voucher pré-pago da Groupon + garrafa de vinho da casa). No sistema habitual obviamente o preço seria outro (tendo em conta o que consumimos) mas avaliando pelo menú apresenta em todo o caso uma boa relação custo/benefício<br />
Comida: bastante boa, com destaque para o caril de peixe e camarão<br />
Atendimento:  simpático e eficiente</p>
<p>Mapa</p>
<div class="gm-map"><iframe name="gm-map-11" src="http://www.restauranteslx.com/?geo_mashup_content=render-map&amp;map_data_key=4a66296ea43ba70368d3e5a744e92249" height="200" width="300" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" frameborder="0"></iframe></div>
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		<title>SuperCaliFragilistic ‎- Alfama</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 01:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fusão]]></category>
		<category><![CDATA[bombons de farinheira]]></category>
		<category><![CDATA[endivia com ricotta]]></category>
		<category><![CDATA[hummus]]></category>
		<category><![CDATA[kashmir]]></category>
		<category><![CDATA[Maigret de pato]]></category>
		<category><![CDATA[milho frito]]></category>
		<category><![CDATA[morangos]]></category>
		<category><![CDATA[pasta de azeitonas]]></category>
		<category><![CDATA[salmão]]></category>
		<category><![CDATA[Sashimi]]></category>

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		<description><![CDATA[Mias um restaurante proveniente das sugestões, este com um nome esquisito provenientemente de um antigo musical da Disney. Situado na Rua dos Remédios n38 no castiço bairro de Alfama, e com página no Facebook onde podemos ver fotos, o menú e adicionar o restaurante ao nosso grupo de amigos. Visto que está numa zona fechada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mias um restaurante <a href="/sugerir-restaurante/">proveniente das sugestões</a>, este com um nome esquisito provenientemente de um antigo musical da Disney. Situado na Rua dos Remédios n38 no castiço bairro de Alfama, e com<a href="http://www.facebook.com/SuperCaliFragilistic.Alfama"> página no Facebook</a> onde podemos ver fotos, o menú e adicionar o restaurante ao nosso grupo de amigos.</p>
<p>Visto que está numa zona fechada ao trânsito, já se sabe que o carro tem de ficar cá para baixo junto ao rio, ali preferencialmente entre Santa Apolónia e o Museu do Fado, e depois é necessário caminhar uns 5 minutos para lá chegar.</p>
<p>O espaço que se define como uma &#8220;Tasca Atípica&#8221; tem uma decoração um pouco caótica, com mesas e cadeiras diferentes, zonas de iluminação e paredes com cores diferentes e elementos de decoração desconexos uns dos outros. O resultado final é diferente do normal, e não sendo espectacular tem um certo charme low budget que deixa os clientes à vontade  (pena o pó à vista aqui e ali&#8230;), e os tons à meia luz e a música convidam a ficar.</p>
<p>Como o espaço e a decoração o menú também é imaginativo e caótico. As entradas propostas são várias e muito boas, provámos o hummus, pasta de azeitonas e pão,  endivia com ricotta, bombons de farinheira (muito bons os bombons). Como se não fosse suficiente, ainde pedimos um salmão no espeto e milho de frito que nos acompanhou durante toda a refeição.</p>
<p>Para prato principal, o magret de pato, que acompanha também com milho frito e esparregado, que estava bom mas não estava espectacular. A nossa companhia de jantar avançou para um sashimi de salmão que tivemos oportunidade de provar, e que estava algo esquisito, o salmão dava ideia que era fumado e não super fresco como é fundamental nos crús. Tudo isto foi bem acompanhado por muita conversa e duas garrafas de vinho tinto.</p>
<p>Já com pouca barriga para as sobremesas, mesmo assim fizemos o sacrifício (NOT)  para efectuar um relato completo aqui no blog. Experimentámos (sim, é o termo correcto) 2 sobremesas diferentes de tudo o que normal.  A sopa de morangos que consiste numa taça de sopa com morangos envolvidos numa calda/molho de morango quente e uma bola de gelado cremoso no centro, vale a pena sem dúvida. E o Kashmir, uma sobremesa reservado aos mais destimidos, uma grande confusão de sabores, especiarias (inclusive picantes) num resultado final muito diferente, contudo agradável.</p>
<p>Nota para o preço, um tudo nada acima da média, com um custo médio a rondar os 25 euros por pessoa. Atenção, que se estiver a pensar ir lá, terá de ir com as notas no bolso, porque não  aceitam dinheiro de plástico, o que nos dias que correm é um incómodo  que não se justifica.</p>
<p>Em resumo, é uma opçao válida ali na zona de Alfama, faz parte de uma nova oferta na zona para além dos típicos restaurantes de  fados para turistas. O forte na nossa opinião são as entradas e as sobremesas, mas quem procurar algo mais consistente também encontra no menú. Apreciámos o facto de se pode ficar até mais tarde,  terminar a refeição e o vinho tranquilamente e usufruir sem pressa.</p>
<p>Custo: 25 euros por pessoa. Não aceita multibanco.<br />
Comida: entradas e sobremesas muito boas. Pratos principais razoáveis.<br />
Atendimento:  simpático</p>
<p><strong>Mapa</strong></p>
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		<item>
		<title>Marisqueira Luminosa &#8211; Av. Almirante Reis</title>
		<link>http://www.restauranteslx.com/2010/10/marisqueira-luminosa/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 22:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marisqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Petiscos]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[ameijoas à bulhão pato]]></category>
		<category><![CDATA[camarão à guilho]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[prego]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta marisqueira fica na Almirante Reis, praticamente em frente do Annapurna (uma agradável surpresa), e a pouco mais de 100 metros do Café Império (que foi uma desilusão). Portanto, a não existência de um padrão ali da zona, levou-nos lá sem qualquer tipo de expectativas (pré)formadas. É a típica marisqueira à antiga portuguesa, luzes brancas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta marisqueira fica na Almirante Reis, praticamente em frente do <a href="/2008/12/annapurna-av-almirante-reis/">Annapurna</a> (uma agradável surpresa), e a pouco mais de 100 metros do <a href="/2009/08/cafe-imperio/">Café Império</a> (que foi uma desilusão). Portanto, a não existência de um padrão ali da zona, levou-nos lá sem qualquer tipo de expectativas (pré)formadas.</p>
<p>É a típica marisqueira à antiga portuguesa, luzes brancas fortes, mesas cobertas com folhas de papel, balcão amplo e o aquário perto da entrada com lagostas, lavagantes, sapateiras e afins. Não é um espaço de design, mas também não nos sentimos lá mal.</p>
<p>O menú também é o típico das marisqueiras/cervejarias com vários petiscos, bitoques, pratos do dia e é claro os mariscos a peso. Optámos pelos petiscos, umas ameijoas à bulhão pato e uns camarões à guilho. As ameijoas estavam sem dúvida boas, boa matéria prima e confecção, aprovado. Já os camarões, efectivamente pode-se considerar bem servido, mas numa marisqueira e num petisco de camarão apresentarem o prato à base de miolo de camarão congelado (aqueles que se utilizam para complemento de saladas, arroz, etc) não está aprovado. Para acamar finalizamos com um prego no pão, conforme se quer, apenas uma passagem suave pelo lume para manter a carne tenra e macia (e depois nós tratamos de carregar com &#8220;quilos&#8221; de mostarda).</p>
<p>Isto bemregado com  meia garrafa de vinho branco Muralhas bem fresca (um valor seguro), e umas imperiais (ou finos no Norte). Diga-se de passagem que as imperiais, a simples e singela cerveja a pressão estava no ponto, mesmo boa. É incrivel como nas marisqueiras normalmente a cerveja vem assim, e sabe mesmo bem, e noutros locais por vezes ou é a espuma, ou a temperatura, ou copo, ou qualquer coisa&#8230;será assim tão complicado apresentar a imperial como aqui?</p>
<p>O atendimento foi o normal, simples e simpático qb. Relativamente ao preço, numa marisqueira é sempre complicado aferir um valor médio de refeição, tudo depende do que se vai comer, porque desde o prato do dia ou do bitoque até à lagosta vai uma diferença abismal. Mas por comparação com outros restaurantes da especialidade podemos dizer que o preço é um pouco a cima da média, mas nada de especial.</p>
<p>Custo: gastámos 25 euros por pessoa, mas como em todas as marisqueiras depende muito do que se come. Por comparação um pouco acima da média.<br />
Comida: entre o bom (ameijoas/prego) e o fraco (camarões)<br />
Atendimento:  cumpridor, simpático qb</p>
<p><strong>Mapa</strong></p>
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		<title>Paixão dos Petiscos &#8211; Torres de Lisboa</title>
		<link>http://www.restauranteslx.com/2010/10/paixao-dos-petiscos-torres-de-lisboa/</link>
		<comments>http://www.restauranteslx.com/2010/10/paixao-dos-petiscos-torres-de-lisboa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 21:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Petiscos]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[farinheira com ovos e espargos]]></category>
		<category><![CDATA[pica-pau]]></category>
		<category><![CDATA[queijo assado]]></category>
		<category><![CDATA[salada de polvo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma volta, mais um restaurante, as crianças não pagam mas também não vão. Agora mais a sério&#8230;. depois da incursão nos petiscos asiáticos, chega a vez dos petiscos portugueses, pela mão do Paixão dos Petiscos, curiosamente também via sugestão no site (pelos vistos o pessoal dos petiscos anda aí em força). Este restaurante fica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma volta, mais um restaurante, as crianças não pagam mas também não vão. Agora mais a sério&#8230;. depois da incursão nos <a href="/2010/10/yum-cha-garden-oeiras/">petiscos asiáticos</a>, chega a vez dos petiscos portugueses, pela mão do <a href="http://www.facebook.com/pages/Lisboa-Portugal/Paixao-dos-Petiscos/280339689899">Paixão dos Petiscos</a>, curiosamente também via <a href="/sugerir-restaurante/">sugestão no site</a> (pelos vistos o pessoal dos petiscos anda aí em força).</p>
<p>Este restaurante fica na R. Alexander Fleming 9, ali na zona das Laranjeiras para quem não conhece o local  o melhor ponto de referência são as Torres de Lisboa, depois é questão de seguir pela R. Tomás da Fonseca até junto ao viaduto por baixo do Eixo Norte-Sul.  Pela positiva de ser afastado do centro da cidade, o estacionamento é bastante fácil.</p>
<p>O espaço é mais ou menos como a zona, relativamente incaracteristico, não é feio mas também não é propriamente bonito, trata-se daquele género de prédio sem história nem alma em que a única coisa que muda relativamente ao prédio do lado é o número da porta. Tem uma sala perfeitamente banal na zona do balcão, depois uma sala mais à meia luz reservada para grupos gran</p>
<p>ºdes e uma esplanda (o que é óptimo para os fumadores). Digamos que é um espaço familiar que não compromete mas também não envolve.</p>
<p>O verdadeiro ponto de interesse neste restaurante surge quando nos entregam o menú, que é composto por dezenas de petiscos, desdes os mais típicos e castiços aos mais inovadores.  Um conceito inovador especialmente derivado da quantidadade de propostas disponíveis, em contraponto com a &#8220;meia dúzia&#8221; de petiscos que as tascas à moda antiga dispõem.</p>
<p>Seleccionámos vários petiscos, conforme os nossos gostos e um pouco à sorte. Para acompanhar vinho branco da casa a copo (é mais uma taça&#8230;) ao preço imbatível de 0,95 euros. As azeitonas e o pão não podiam faltar enquanto na cozinha tratam dos petiscos, de assinalar que o cesto de pão é uma mistura de pão de qualidade com outras fatias mais comuns, um estratagema dispensável para poupar uns centimos.</p>
<p>A refeição (que nunca seria aconselhada por nenhum nutricionista&#8230;) foi então composta por uma salada de polvo, o pica pau e uma dose de batatas fritas, farinheira com ovos e espargos e o queijo assado. Pela positiva temos de destacar exactamente o queijo assado, delicioso e bem servido apenas . A salada de polvo e o pica pau também estavam bons mas não ao mesmo nível. A farinheira com ovos e espargos foi o elo mais fraco, embora também estivesse razoável, merecia um pouco mais de farinheira e espargos e menos ovos. Para finalizar a refeição um semi-frio &#8220;Capricho de caramelo&#8221; bastante aceitável.</p>
<p>No final, a conta é uma surpresa muito agradável, desde as entradas, aos petiscos, às bebidas e sobremesas todos os items têm um preço muito razoável de maneira que a soma final é obviamente também muito razoável. Um ponto muito positivo nos tempos que correm.</p>
<p>As considerações do costume relativas ao atendimento, que é um pouco atascasdo e atabalhoado mas simpático, aliás de salientar que ficámos bastante para lá da hora de fecho e nunca fomos pressionados para sair.</p>
<p>Em conclusão é uma boa aposta para quem gosta de petiscos, e quer variar da tasca do bairro (ou a tasca do bairro já não existe ou já não vive no bairro), ou petiscar num ambiente menos atascado que a tasca do bairro. Também poderá ser uma boa opção para grupos visto que há petiscos para todos os gostos e feitios, e tem uma relação custo benefício muito boa.</p>
<p>Custo: média de 12.5 euros, vinho a copo e alguns petiscos com preços formidáveis<br />
Comida: bons petiscos<br />
Atendimento:  atascado, mas simpático</p>
<p><strong>Mapa</strong></p>
<div class="gm-map"><iframe name="gm-map-14" src="http://www.restauranteslx.com/?geo_mashup_content=render-map&amp;map_data_key=be65411530d17b5664b795d65a1c09f3" height="200" width="300" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" frameborder="0"></iframe></div>
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		<item>
		<title>Yum Cha Garden &#8211; Oeiras</title>
		<link>http://www.restauranteslx.com/2010/10/yum-cha-garden-oeiras/</link>
		<comments>http://www.restauranteslx.com/2010/10/yum-cha-garden-oeiras/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 00:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chinês]]></category>
		<category><![CDATA[dim sum]]></category>

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		<description><![CDATA[Este foi um restaurante que descobrimos através de uma recomendação via blog, &#8230;restaurante típico chinês de Dim Sum, sabores de Cantão, Macau e Hong Kong&#8230;já conquistou o público, na sua maioria macaenses, chineses e portugueses conhecedores da comida verdadeiramente chinesa&#8230;O serviço é fantástico, bom ambiente, come-se muito bem e muito económico&#8230;. ficámos convencidos, e numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este foi um restaurante que descobrimos através de uma <a href="/sugerir-restaurante/">recomendação via blog</a>,</p>
<blockquote><p>&#8230;restaurante típico chinês de Dim Sum, sabores de Cantão, Macau e Hong Kong&#8230;já conquistou o público, na sua maioria macaenses, chineses e portugueses conhecedores da comida verdadeiramente chinesa&#8230;O serviço é fantástico, bom ambiente, come-se muito bem e muito económico&#8230;.</p></blockquote>
<p>ficámos convencidos, e numa sexta-feira avançámos para Oeiras nessa grande peregrinação diária da cidade para a periferia. Convém ter um GPS ou ver bem o mapa no site <a href="http://www.yumcha.com.pt/">www.yumcha.com.pt</a>, porque é um pouco escondido, por outro lado é muito fácil estacionar nas imediações.</p>
<p>O restaurante por fora e por dentro é chinês típico, as bolas vermelhas na entrada, os biombos com os pandas, os quadros com as montanhas e cascatas, etc&#8230;mas com uma luz muito forte a reflectir na parede branca que torna os primeiros minutos um pouco desagradáveis. Curiosamente, o serviço revelou-se desde o primeiro instante simpático, e bastante acima da média da comunicação por monossílabos típica dos restaurantes chineses.</p>
<p>Quando chegam os menús, realmente começa a notar-se a diferença anunciada, muitas propostas de Dim Sum, um termo cantonês que se refere a pequenas porções de comida servidas num pequeno prato ou cesto de vapor, portanto mais ou menos o conceito de petisco asiático. Curiosamente o Dim Sum está muito ligado ao Yum Cha (que significa literalmente beber chá), daí o nome do restaurante. Além do Dim Sum, constam também no menú as sopas típicas, o arroz (preparado de várias formas) e vários pratos comuns nos restarantes chineses com a promessa de uma preparação diferente e tradicional.</p>
<p>Optámos por uma sopa e vários pratos de Dim Sum, para acompanhar um fiável Mateus Rosé. As escolhas de Dim Sum, foram mais ou menos efectuadas à sorte, e se os raviolis cozinhados a vapor e o arroz  chao-chao estavam bastante bons, tivemos a infelicidade de escolher vários pratos fritos. No final de contas a refeição tornou-se enjoativa com demasiados fritos. Provavelmente com outro tipo de escolhas teria sido uma experiência mais agradável, no entanto parece-nos (não temos base de comparação) que todos os pratos estavam confeccionados com competência. Para finalizar um pudim de côco, leve e fresquinho (como o rosé) e agradável qb, mas sem ser propriamente uma delícia.</p>
<p>Pelas razões apontadas (inexperiênca na escolhas), esta opinião não é conclusiva, e provavelmente o Yum Cha Garden é uma boa aposta para os apreciadores de Dim Sum, já para os iniciantes como nós, aconselhamos a ponderar bem as escolhas, não exagerar nos pratos fritos (muitos são cozinhados a vapor) e em caso de dúvida perguntar como é a preparação, porque nem todos dão a entender nos nomes que são fritos.</p>
<p>No final o preço é mais elevado que no chinês do costume. E se no global podemos afirmar que foi uma refeição diferente, nem particularmente boa nem má, sem dúvida que preferimos os petiscos nacionais&#8230;. mesmo assim um dia que calhe iremos experimentar os pratos que já  conhecemos, para comparar relativamente à confecção normal (mais  ocidentalizada) ou mesmo, quem sabe tirar a &#8220;prova dos nove&#8221; ao Dim Sum.</p>
<p>Custo: 15 euros por cabeça<br />
Comida: Dim Sum não convenceu, provavelmente derivado de escolhas incorrectas para o nosso gosto<br />
Atendimento:  bastante acima da média do restaurante chinês do costume</p>
<p><strong>Mapa</strong></p>
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		<item>
		<title>Tasca da Esquina &#8211; Campo de Ourique</title>
		<link>http://www.restauranteslx.com/2010/09/tasca-de-esquina-campo-de-ourique/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 22:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autor]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[bolo de chocolate com molho de maracujá]]></category>
		<category><![CDATA[camarão com farofa]]></category>
		<category><![CDATA[cogumelos]]></category>
		<category><![CDATA[entremeada assada]]></category>
		<category><![CDATA[jaquinzinhos]]></category>
		<category><![CDATA[lulas]]></category>
		<category><![CDATA[queijo com nozes]]></category>
		<category><![CDATA[sopa fria]]></category>
		<category><![CDATA[vitor sobral]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta foi a nossa primeira experiência num restaurante de autor.  O escolhido por recomendação de amigos foi o Tasca da Esquina, o mais recente restaurante do chefe Vitor Sobral. Fica situado na esquina (lógico não é) da Rua Domingos Sequeira com a Rua Saraiva de Carvalho, no típico bairro de Campo de Ourique, com direiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta foi a nossa primeira experiência num restaurante de autor.  O escolhido por recomendação de amigos foi o Tasca da Esquina, o mais recente restaurante do chefe Vitor Sobral. Fica situado na esquina (lógico não é) da Rua Domingos Sequeira com a Rua Saraiva de Carvalho, no típico bairro de Campo de Ourique, com direiro a marquise e tudo (aliás para ter mesmo a certeza que estamos em Campo de Ourique uns 60% de restaurante são marquise).</p>
<p>Chegados ao restraurante com marcação prévia, o acolhimento foi de certa forma atabalhoado, visto que o espaço é para o pequeno, e gerar-se uma certa confusão com as pessoas do jantar das 20h a sair e os das 22h a entrar. Portanto é mais ou menos como quem vai a uma sessão do cinema. Passados uns 5 minutos à espera na rua, que lá dentro parecia o metro em hora de ponta, e fomos encaminhados para a mesa.</p>
<p>O espaço é simples e agradável, em tons de branco, por trás do balcão vê-se a cozinha e os artistas a trabalharem. Nada pretensioso, com caixas de vinho, mercearias e tachos espalhados estratégicamente. Ficámos na marquise, infelizmente as mesas ficam muito próximas, pelo que a privacidade com os &#8220;vizinhos&#8221; não é muita, mas sempre se podem fazer amizades à boa moda das tascas.</p>
<p>Os menús são uma folha enquadrada numa madeira, com a maioria das propostas à base de petiscos (lá está novamente o conceito tasca). Optámos por &#8220;Ficar nas mãos do chefe&#8221;, que é um menu de degustação variável conforme a imaginação e compras do dia.  Existe em várias porções incluidas conforme a fome. Obviamente que queriamos experimentar o máximo possivel de petiscos da tasca e avançámos para Sopa + 6 porções + queijo + sobremesa tudo regado com vinho tinto Cabriz selecção.</p>
<p>Temos de confessar que até aqui o balanço global era perfeitamente mediano (acolhimento atabalhoado, mesas acanhadas e sem privacidade) no entanto tudo estava prestes a mudar e a transportar-nos para outro nivel de felicidade.</p>
<p>Primeiro o chefe &#8220;enviou&#8221; para a mesa uma sopa fria de tomate com ameixa, nunca gostámos muito de sopa fria e de ameixa (repectivamente), deixa lá provar, hummm, mais uma colher de sopa, outra, outra e outra&#8230; uma delicia.</p>
<p>Como se iria tornar maçador estar aqui a descrever ao pormenor toda a refeição, fica aqui o menú que o chefe preparou (de memória, deviamos ter levado um caderninho), sopa fria de tomate com ameixa, cogumelos salteados, camarão com farofa, lulas fritas, jaquinzinhos com molho de caldeirada, entremeada assada com molho exótico, queijo com nozes e abóbora bolo de chocolate com molho de maracujá e leite creme queimado. Todos os pratos estavam muito bons, combinações inovadoras (pelo menos para nós), vários com molhos deliciosos e sofisticados, no entanto aparentemente artesanais. Lembra o género de refeição muito boa que algum familiar fazia antigamente com tempo, mas repetindo-se o processo várias vezes conforme saem da cozinha os vários pratos. Tudo o que veio para a mesa estava muito bom, mas mesmo assim temos de destacar o camarão com farofa, delicioso&#8230; a farofa estaladiça o molho perfeito. Destaque também para os jaquinzinhos, tamanho ideal, cozinhados no ponto, o molho de caldeirada muito bom mesmo, curiosamente nem somos grandes fãs de jaquinzinhos mas estes foram devorados. E finalmente destaque para o bolo de chocolate com molho de maracujá, lá está o exemplo de uma combinação pouco habitual, o quente do chocolate a combinar na perfeição com o maracujá fresco. Estavamos vencidos e convencidos. Vencidos porque se cada porção individual é relativamente reduzida, na globalidade a soma de todas as porções é mais do que suficiente  para dexar um &#8220;bom garfo&#8221; saciado.</p>
<p>Referência habitual para o atendimento, impecável, mal se dá conta dos empregados(as) que estão a servir o que é óptimo. Relativamente ao preço, é caro, para se tirar partido da refeição o melhor é contar com 35 euros por pessoa. Temos de considerar os preços razoáveis e justos, mesmo o vinho (que também é vendido a copo) apresenta opções para todas as carteiras. E se efectivamente é possivel descer o valor por pessoa, estamos a descaracterizar a experiência, e num restaurante deste tipo não faz sentido desaproveitar a oferta para descer a conta meia dúzia de euros.</p>
<p>Pouco mais há a dizer acerca desta petisqueira sofisticada, apenas dar os parabéns ao chefe Vitor Sobral e à sua equipa e recomendar a todos a reserva prévia para não chegar lá e ter de voltar para trás.</p>
<p>Custo médio por pessoa: 35 euros pessoa, mas custou mais pagar muitos jantares de 10 euros do que este<br />
Comida: Simplesmente excelente<br />
Atendimento:  Impecável</p>
<p><strong>Mapa</strong></p>
<div class="gm-map"><iframe name="gm-map-16" src="http://www.restauranteslx.com/?geo_mashup_content=render-map&amp;map_data_key=d72a9a0daf456f03d0c4c9cc0355a01d" height="200" width="300" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" frameborder="0"></iframe></div>
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		<title>Wok to Walk &#8211; Dolce Vita Monumental</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chinês]]></category>
		<category><![CDATA[Fast-food]]></category>
		<category><![CDATA[limonada]]></category>
		<category><![CDATA[noodles]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do fiasco que foi o Joshua’s Shoarma, e das várias incursões aos típicos fast-food para despachar almoços que não acrescentam nada a não ser calorias, eis que, numa visita ao Dolce Vita Monumental além das compras, trouxemos material que justifica uma publicação. Falamos do Wok to Walk, uma novidade em Portugal que mistura em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do <a href="/2010/06/joshuas-shoarma-parque-das-nacoes-zona-norte/">fiasco que foi o Joshua’s Shoarma</a>, e das várias incursões aos típicos fast-food para despachar almoços que não acrescentam nada a não ser calorias, eis que, numa visita ao Dolce Vita Monumental além das compras, trouxemos material que justifica uma publicação.</p>
<p>Falamos do <a href="http://www.woktowalk.com/">Wok to Walk</a>, uma novidade em Portugal que mistura em woks, os noodles, vegetais, ingredientes à escolha e molhos num novo conceito de fast-food asiática. Ao modo do Quasi Pronti e clones, no Wok to Walk escolhemos a base, neste caso um dos 6 tipos de noodles disponíveis (Noodles de Ovo, Noodles Integrais, de arroz, etc), os ingredientes que pretendemos de uma variedade de escolhas (conforme se escolhe mais ingredientes vai-se engordando o prato e o preço final) e por fim um dos molhos que vão desde o clássico molho de soja, ao agri-doce, ao picante para os mais aventureiros, etc&#8230;</p>
<p>As nossas escolhas são cozinhadas à nossa frente num Wok (pois claro) e passados uns 2 minutos, está pronto para comer no local ou para levar numa daquelas caixas de cartão rectangulares e pauzinhos conforme se vê nos filmes americanos em que os policias estão numa vigia nocturna.</p>
<p>A nossa sugestão: Noodles integrais, com peito de frango, cogumelos e caju, no molho picante. Para beber uma limonada com uma folha de hortelã.  Delicioso e saudável, apenas peca num preço médio um pouco acima da média dos restaurantes Fast-food.</p>
<p>Custo médio por pessoa: 7,5 euros<br />
Comida: Fast-food delicioso e saudável<br />
Atendimento:  Fast-food</p>
<p><strong>Mapa</strong></p>
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		<title>Sushillout &#8211; Alfama</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 21:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Japonês]]></category>
		<category><![CDATA[Combinado Sushi to Sashimi]]></category>
		<category><![CDATA[Fondue de morangos com chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[Gyosa de Frango]]></category>
		<category><![CDATA[Sashimi]]></category>
		<category><![CDATA[Sushi]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando fomos ao Viagem de Sabores, passamos pelo Sushillout que não conheciamos e como tinha bom ar decidimos que um dia iriamos experimentar. Pois bem, esse dia chegou rápido e lá fomos experimentar a comida luso-japonesa que se serve nos lados de Alfama. O Sushillout fica situado na Travessa do Almargem que é uma perpendicular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando fomos ao <a href="/2010/06/viagem-de-sabores/">Viagem de Sabores</a>, passamos pelo <a href="http://www.sushillout.com/">Sushillout</a> que não conheciamos e como tinha bom ar decidimos que um dia iriamos experimentar. Pois bem, esse dia chegou rápido e lá fomos experimentar a comida luso-japonesa que se serve nos lados de Alfama.</p>
<p>O Sushillout fica situado na Travessa do Almargem que é uma perpendicular à Rua das Cruzes da Sé, mais ou menos por trás da Casa dos Bicos quando se sobe para o Castelo. As recomendações relativas aos acessos são exactamente as mesmas que o Viagem de Sabores (bem  como para todos os outros restaurantes naquela zona). Ir de transportes, ou deixar o carro  junto ao rio e aproveitar para caminhar um pouco neste típico bairro  alfacinha.</p>
<p>O restaurante é muito bonito, à base de tons pretos e vermelhos e num edificio rustico restaurado com os pormenores em pedra a contraste com o estuque e um pé direito bastante alto. Uma iluminação indirecta agradável, espelhos, mesas com cadeiras e/ou sofás ou baixinhas com almofadas compõem o ambiente.  Na nossa opinião, aliás como é habitual, a televisão é perfeitamente dispensável, no entanto embora tivesse a passar a Sport TV o som ambiente era uma música lounge/chill-out e não o relato da televisão.</p>
<p>Para arrancar as hostilidades uns Gyosa de Frango, um género de raviolli com frango e legumes, acompanhado com um molho especifico mais doce que o molho de soja, simplesmente delicioso. Avançamos para o tradicional combinado Sushi to Sashimi e o Tempura, para acompanhar uma garrafa de Cabriz tinto (portanto será a influência lusa do restaurante luso-japonês a funcionar !?). É necessário aguardar um pouco visto que a preparação é feita na hora.</p>
<p>Vale a pena a espera. O Sushi to Sashimi estava muito bom, com peixe fresco e com as proporções certas de peixe e arroz (infelizmente certos restaurantes japoneses carregam no arroz e &#8220;esquecem-se&#8221; do peixe, mas não é o caso). O combinado inclui 22 unidades (para 2 pessoas) entre <em>sashimi</em>, as fatias de peixe fresco simples,  <em>nigiri</em>, arroz de sushi com peixe a cavalo e <em>maki</em>, o típico peixe com arroz enrolado em alga marinha. Dos melhores Sushis que já comemos. O Tempura claramente foi o elo mais fraco, especialmente porque a quantidade de marisco é género ração de combate e os ingredientes limitados (podia levar por exemplo lulas, cogumelos, etc). Para finalizar um Fondue de chocolate com morangos, visto que entre peixe, arroz e vegetais estava uma refeição demasiado saudável.</p>
<p>Relativamente ao preço, sempre nos questionámos dos preço proibitivos dos restaurantes japoneses, mesmo agora que há um em cada esquina (muitos num espaço onde existia um restaurante chinês&#8230;) os preços continuam em geral muito elevados. Neste campo o Sushillout é uma agradável surpresa, sem ser barato, é perfeitamente possivel conseguir no final um preço por pessoal razoável, especialmente comendo à vontade e saindo perfeitamente saciado. Relativamente ao atendimento nada a apontar, eficiente e simpático qb.</p>
<p>Nota ainda para a possibilidade do Take-Way para organizar um jantar japonês em casa e dos Workshps aos Domingos para quem se quiser iniciar na arte da cozinha nipónica.</p>
<p>Custo médio por pessoa: 20 euros<br />
Comida: muito bom, uma aposta segura para qualquer apreciador de cozinha japonesa<br />
Atendimento:  Eficiente</p>
<p><strong>Mapa</strong></p>
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		<title>Viagem de Sabores &#8211; Sé</title>
		<link>http://www.restauranteslx.com/2010/06/viagem-de-sabores/</link>
		<comments>http://www.restauranteslx.com/2010/06/viagem-de-sabores/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 21:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fusão]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[frango com farinheira]]></category>
		<category><![CDATA[queijo de cabra com beringelas]]></category>
		<category><![CDATA[solha com espinafres e pinhões]]></category>

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		<description><![CDATA[O Viagem de Sabores é um restaurante de comida internacional que nos propõe dar uma volta ao mundo sem termos de nos levantar da mesa. A localização é junto à Sé de Lisboa, na rua S. João da Praça, e já se sabe que naquela zona carro não entra (a não ser que seja residente), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Viagem de Sabores é um restaurante de comida internacional que nos propõe dar uma volta ao mundo sem termos de nos levantar da mesa. A localização é junto à Sé de Lisboa, na rua S. João da Praça, e já se sabe que naquela zona carro não entra (a não ser que seja residente), e que portanto a melhor aposta será deixar o carro na zona da Rua da Madalena ou junto ao rio na zona do Campo das Cebolas e andar um pouco a pé no típico e sempre castiço bairro de Alfama.</p>
<p>O espaço é acolhedor, um ambiente à meia luz que mistura a Lisboa antiga de edificios em pedra e maciços com a suavidade da música e cores num conceito de cozinha internacional. O menú pode-se considerar limitado, com poucas propostas, mas é diversificado e muito sugestivo (várias propostas remetem directamente no nome para um continente, zona ou cidade do mundo). Para petiscar escolhemos o queijo de cabra em cama de beringelas com especiarias, realmente estava bom mas também não estava propriamente um petisco e seria agradável se fosse mais bem servido. Escolhemos solha com espinafres e pinhões e frango com farinheira, qualquer um dos pratos tinha a tal sugestão relativa às viagens como  &#8220;à moda do Médio Oriente&#8221; ou &#8220;Indiano&#8221; ou &#8220;com aroma de Marrocos&#8221;, já não nos lembramos&#8230; para acompanhar o vinho tinto da casa, Altano um vinho de entrada de gama do Douro, bastante bom (Altano é bom como o catano&#8230;), infelizmente sobre-inflacionado em demasia. Servem também a copo o que é sempre conveniente se as escolhas em bebidas forem diferentes.</p>
<p>Ambos os pratos estavam confeccionados com competência, embora de assinalar que o prato de peixe necessitava claramente de mais condimentos ou sal pois o molho estava insosso. Já  o frango enrolado em farinheira e frito em azeite, acompanhado por vegetais, estava muito mais saboroso e apenas pecava na porção que na nossa opinião era um pouco reduzida (atenção, também não é género <em>nouvelle cuisine</em>). No final uma tarte de limão de Chefchaouen (não, não leva cannabis), que é como quem diz uma tarte de limão com canela, estava bom, mas congelada demais.</p>
<p>O atendimento não foi lá muito famoso. A empregada que nos serviu estava sempre com ar de frete/enjoada. Limitou-se a cumprir o mínimo sem brilho nenhum, nunca houve uma sugestão, as explicações relativas aos pratos foram extremamente sintéticas, e sem ser antipática também não foi de todo simpatica&#8230; enfim não houve qualquer tipo de esforço da casa de nos cativar.</p>
<p>É uma viagem que não fica propriamente em conta, dependendo muito do vinho escolhido, irá sempre rondar no mínimo os 20 euros por pessoa podendo facilmente subir aos 30 euros ou mais.</p>
<p>Concluindo, pode ser uma boa aposta para jantar num ambiente bonito e com propostas diferentes e exóticas, não convence no atendimento e principalmente na relação custo/quantidade, foi uma desilusão porque as expectativas estavam altas, visto que há uns anos viemos ao Viagem de Sabores e a experiência foi muito melhor, provavelmente o melhor é deixar este restaurante para os patos (perdão, turistas).</p>
<p>Custo médio por pessoa: 25 euros, potencialmente mais (depende do vinho)<br />
Comida: Cozinha original, porções relativamente reduzidas<br />
Atendimento:  O ar de frete / enjoada da empregada é dispensável</p>
<p><strong>Mapa</strong></p>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 293px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">chefchaouen</div>
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		<title>Joshua&#8217;s Shoarma &#8211; Parque das Nações</title>
		<link>http://www.restauranteslx.com/2010/06/joshuas-shoarma-parque-das-nacoes-zona-norte/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 23:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Restaurantes Lx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fast-food]]></category>
		<category><![CDATA[Israelita]]></category>
		<category><![CDATA[Mediterrânico]]></category>
		<category><![CDATA[kebab]]></category>
		<category><![CDATA[kebab de borrego]]></category>
		<category><![CDATA[pita shoarma]]></category>
		<category><![CDATA[tomate com beringelas]]></category>

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		<description><![CDATA[Este não é o típico restaurante sobre o qual partilhamos as nossas experiências aqui no Restaurantes Lx, sempre conhecemos o Joshua&#8217;s Shoarma como uma cadeia fast-food de centro comercial. Não somos nem contra nem a favor das cadeias de Fast-food e muitas vezes (especialmente em almoços rápidos) recorremos a este género de restaurante, mas depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este não é o típico restaurante sobre o qual partilhamos as nossas experiências aqui no Restaurantes Lx, sempre conhecemos o Joshua&#8217;s Shoarma como uma cadeia fast-food de centro comercial. Não somos nem contra nem a favor das cadeias de Fast-food e muitas vezes (especialmente em almoços rápidos) recorremos a este género de restaurante, mas depois não relatamos aqui porque não iriamos acrescentar nada ao que já toda a gente sabe visto que a experiência do consumidor é mais ou menos uniforme e  padronizada.</p>
<p>Este Joshua&#8217;s não surge no ambiente natural de centro comercial, mas na zona Norte do Parque das Nações, Rua da Pimenta, na zona pedonal onde existem outros restaurantes, bares e discotecas. Como o tempo para a refeição não era muito optámos por este restaurante que até um dos conceitos fast-food que mais apreciamos. O restaurante afasta-se do conceito fast-food visto ter atendimento à mesa.</p>
<p>O espaço não é desagradável, mas também não convence, mais parece uma manta de retalhos. Existe uma mistura de conceitos, estilos e objectos e o resultado final é de gosto duvidoso. Tem um ecrân gigante e zona de DJ perfeitamente desenquadrados do resto do restaurante, iluminação entre o muito claro e zonas escuras de sombras,  até tem uma estatueta em pedra género jardim de moradia de pato bravo&#8230; como todos os restaurantes da zona tem também uma esplanada que se pode usufruir nos dias/noites quentes de Verão.</p>
<p>Escolhemos o típico menú Pita Shoarma (carnes temperadas com especiarias aromáticas em pão pita), o menú Kébab de borrego (grelhado de carne de borrego picada, cebola e salsa picada e especiarias) e um prato de Beringelas com Tomate para picar. A comida, para quem gosta do género (mediterrânico, médio oriente) é bastante boa, a carne bem temperada com especiarias e ervas aromáticas, não desilude. Já a entrada desiludiu, não sabemos se devido aos ingredientes ou confecção, mas as beringelas com tomate vinham com muita gordura e tornava-se enjoativo (já comemos muito, mas muito melhor).</p>
<p>Se na comida cumpre, talvez porque o  ADN é de fast-food, o atendimento e o tempo de espera são esquizofrénicos. Podemos dizer que entre, entrar no restaurante, efectuar o pedido e servirem os menús, passaram-se no mínimo 45 minutos (não dá mesmo para perceber, visto que a carne até já se encontra cozinhada). E a (falta de) organização e empenho dos empregados por vezes era aflitiva, género a levantar a mesa sem tabuleiro leva um item de cada vez (copo, copo, prato, talheres, etc)&#8230;. e entre respostas às nossas solicitações a alternarem entre o simpático e o idiota&#8230; não dá mesmo para perceber.</p>
<p>Em conclusão, apenas recomendado se tiver na zona, dispor de muito tempo,  tiver com vontade deste género de comida, e com um orçamento limitado. Se buscar um fast-food aconselhamos uma ida até o centro comercial Vasco da Gama e se procurar um &#8220;slow-food&#8221; tem nas imediações alternativas muito melhores. Provavelmente se retornassem ao conceito fast-food tudo fizesse mais sentido., esta situação hibrida não.</p>
<p>ps &#8211; por favor não levem lá a namorada(o) no jantar fora de Sábado à noite como vimos alguns casais&#8230;</p>
<p>Custo médio por pessoa: 8 euros<br />
Comida: Bem temperada e porções adequadas<br />
Atendimento: Esquizofrénico e muito demorado</p>
<p><strong>Mapa</strong></p>
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